Disenlightment​/​.​.​.​Apart From The World (EP´s Compilation 2014)

by Abske Fides

/
1.
02:27
2.
3.
4.
01:48
5.
6.

about

This album contains 2 EPs - Apart of the World (2006) and Disenlightment (2009) - with all the songs remastered in 2014.

credits

released September 26, 2014

tags

license

all rights reserved
Track Name: Unfortunate Dream of Mankind
An ambitious project that emancipated mankind to the imperious control of nature versus chaos and randomness, now recoils in the obscurity of dream and the weight of the loss.

Instrumental reason working for slavery announces the beginning of catastrophe, new sciences certify the omnipotence and civilization's discontents is imminent.

Ruin is exulted, a dream of straight-forwardness, that taken by thy drunk arrogance, has denied thy real condition of collective sense of the illuminated subjectivity.
Destined to turn against thyself, the dream of mankind, breathless, becomes a sterile uruboro, finally sealed by the weight of thy dry skin.

Grabber and venomous clutches bites their own flesh in the rarefied delirium of ocidental tragedy. God swallows his own tail.


PORTUGUESE:


Um ambicioso projeto que emancipou a humanidade para o domínio imperioso da natureza contra o caos e a aleatoriedade, recolhe-se agora na obscuridade dos sonhos e no peso do fracasso.

Razão instrumental a serviço da escravidão anuncia o preâmbulo da catástrofe, novas ciências legitimam a onipotência e o mal-estar da civilização é iminente.

Regozija-se a ruína, um sonho de objetividade que tomado pela embriagues de sua arrogância negou sua real condição e o senso coletivo da subjetividade que iluminou.

Fadado a voltar-se contra si mesmo, o sonho da humanidade, sem fôlego torna-se um infecundo Ourobouro, selado ao fim pelo peso de sua ressecada pele morta.

Ávidas presas peçonhentas fincam a própria carne no delírio rarefeito da tragédia ocidental. Deus engole seu próprio rabo.
Track Name: Aesthethic Hallucination of Reality
Aesthetic Hallucination of Reality

Multifrenetic intensities simulate experiences by unconnected stimulations and glamourize the spectacle of reality as a bizarre show. Matter dances freely in space and pulverizes the world in unrecognizable and breakable symbolists. Torrents of images, words and random colors lead the way to nowhere.

Trapped in a maze of hallucinations, I can no longer recognize myself. Virtual reality, androgyny and bottled up psycodelia sum up, to the joy of enactment.


PORTUGUESE:

Intensidades multifrenéticas simulam experiências por estímulos desconexos e glamourizam o espetáculo da realidade como um show bizarro. A matéria dança livre no espaço e pulveriza o mundo em simbolismos irreconhecíveis e desmancháveis. Torrentes de imagens, palavras e cores aleatórias instruem o caminho do nenhum lugar.

Encarcerado em um labirinto de alucinações, já não posso me reconhecer. Virtualidade, androginia e psicodelia encapsulada somam-se ao deleite da encenação.
Track Name: Hopeless Drowned in Silence
Hopeless Drowned in Silence

Can you feel my pain in a impenetrable silence?
The deepest abyss twisting in its serenity, an invisible jail adorned of affliction

A coflituous body trying to escape to an ilusion plane, an unknown land but the chains imprison and keeps me drugged in complete disability.

Will we cry for that ? Will we die for that ?

PORTUGUESE:

Sem Esperança e Afogado no Silêncio

Você pode sentir minha dor em um silencio impenetrável ?
O mais profundo abismo se retorcendo em sua serenidade,
uma cela invisível adornada em aflição.

Um corpo conflituoso tentando fugir para um plano de ilusões, um lugar desconhecido, mas uma corrente me aprisiona e me mantém dopado em completa invalidez.

Choraremos por isso ? Morreremos por isso ?
Track Name: Creep of The Last Human
Creep of the Last Human

In between this emptyness hopes seems so dead, the chaotic existence creeps with no destiny at the greatness.

While I walk by the road of life waiting the last train,
thoughts are mixed with the senseless of this sub.


PORTUGUESE:

O Rastejar do Último Humano

Em meio a vastidão as esperanças parecem tão mortas,
a caótica existência moribunda rasteja sem destino na imensidão.

Enquanto vago pela estrada da vida esperando o último trem,
pensamentos se confundem com a matéria desse subterrâneo.